Cerca de 12 mil alunos da educação infantil e do ensino básico voltaram a receber kits alimentares durante a primeira semana de dezembro. Com as aulas suspensas desde março, estudantes e suas famílias recebem em casa os kits, composto por itens que seriam utilizados na merenda escolar.

Pensado por nutricionistas e gastrônomos, os kits são balanceados e valorizam as necessidades nutricionais das crianças e adolescentes atendidos pela rede municipal de educação.

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Conforme explicação de Roselma Milani, secretária de Educação, os kits são compostos por alimentos como farinha de mandioca, biscoito, macarrão, ervilha, milho verde e uma porção de carne (peito de frango). “Os kits estão sendo confeccionados diretamente nas escolas e, nesse momento, está contendo apenas 12 itens, porque nós fizemos um processo licitatório em agosto para aquisição de novo gêneros alimentícios agora no segundo semestre. Entretanto, as empresas que participaram do certame pediram desistência de itens como óleo, açúcar e o arroz, que é um dos itens principais das nossas refeições. Então, por isso, nesse momento, a Secretaria de Educação está disponibilizando os kits, mas não tem arroz, óleo, açúcar e leite em pó.”

“Infelizmente, na administração pública, a gente só pode comprar através de processo licitatório e nesse momento, com a pandemia e o aumento dos itens no mercado local, nós estamos encontrando dificuldade para realizar o processo administrativo necessário para aquisição de todos os itens necessário que deveriam compor o kit de alimentação escolar.”

Vale destacar que os kits não são cestas básicas e funcionam como um reforço na alimentação das famílias.

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