Operação cumpre mandados de apreensão para investigar fraudes com recursos públicos em empresas fantasmas e no prédio da prefeitura

Uma operação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado ( Gaeco), do Ministério Público do Pará (MP-PA), em conjunto com (GSI) Gabinete de Segurança Institucional-PA é realizada nesta quinta-feira (30), no sudeste do Estado. São cumpridos mandatos de buscas e apreensões no município de São Félix do Xingú- PA. Os agentes estão realizando prisões e buscas e apreensões em endereços de empresas fantasmas e dentro do prédio da prefeitura e órgãos municipais. Até o momento duas pessoas foram presas por supostas fraudes em processos licitatórios.

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A ação foi coordenada pelo promotor de justiça  estadual, Dr. Milton Lobo Menezes, com o apoio dos promotores de justiça no município, Dr. Carlos Fernando Cruz da Silva e promotora Dra. Cynthia Cordeiro, além de agentes da Polícia Civil. Uma denúncia anônima feita no site do Ministério Público Estadual, na Ouvidoria do MPE, originou a  operação Lemniscata, que cumpriu  oito mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão.

Conforme informações do MPE, foram presos os comerciantes Erverton Fernandes Reis de Souza e Manoel Ribeiro da Silva acusados de serem “laranjas” do ouvidor da prefeitura, Maximino Gomes, que não foi localizado pelas autoridades. Segundo o MPE, o ouvidor seria o verdadeiro dono da empresa de material de informática Green Tech, envolvida em supostas fraudes em licitações de compra de material de informática para a prefeitura, secretarias e órgãos como Conselho Tutelar.

A prefeitura de São Félix do Xingu emitiu há pouco uma nota sobre o caso. Confira:

(Informações: blog do Zé Dudu)

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