Nesta terça-feira (18), a morte de um bebê de apenas sete meses, após um engasgamento, comoveu a cidade de Curionópolis. A madrasta foi acusada pelos familiares de ser a responsável pela morte da criança.

Segundo informações, a fatalidade aconteceu após a madrasta, Raquel Menezes, dar banho e vestir a criança. A babá deu água e a criança se engasgou e vomitou, sem aparentar sinais de engasgamento, a madrasta procedeu com os cuidados ao bebê, que logo em seguida bebeu mais um pouco de água. Somente instantes depois, o menino apresentou sinais de engasgamento e a mulher entrou em pânico.

A mulher saiu em busca de socorro, quando um ambulante que passava na rua no momento do sinistro, prestou ajuda e transportou a mulher e o bebê ao hospital. Ao receber atendimento, a equipe médica constatou que a criança estava sem sinais vitais e apresentava indícios de sufocamento, embora tenha recebido manobras de reanimação, o bebê não resistiu.

Pai e a madrasta

Familiares chegaram ao hospital revoltados com a situação e acusaram a mulher de ser a responsável pela morte do menor. A Polícia Militar foi acionada para controlar os ânimos e resguardar a integridade física da mulher. O pai da vítima, Nilson Cavalcante, estava no trabalho em Serra Pelada quando recebeu a informação sobre a morte do filho. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para ser periciado.

O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Curionópolis. De acordo com o resultado da perícia médica, a polícia investigará se houve negligência por parte dos responsáveis legais.

A mãe da criança, a enfermeira Marcicléia, muito conhecida na cidade, faleceu há cerca de 7 meses ao dar a luz ao seu filho, devido a uma complicação na gestação. Familiares e amigos ainda enlutados prestaram homenagens à moça e expressaram mensagens de conforto e revolta diante da morte da criança.

(Reportagem: Portal F5)

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