A guarnição da Polícia Militar realizava rondas pelo Bairro Tropical II quando foi abordada por duas crianças que pararam a viatura pedindo socorro, pois segundo informações o padrasto estaria agredindo a mãe delas e iria mata-lá.

Mediante ao apelo das crianças os militares foram até a residência e de se deparam com o homem agredindo a companheira, com a chegada dos militares o mesmo empreendeu fuga pelos fundos da casa. Havendo assim buscas para captutar o suspeito que saiu pulando cercas e muros por um perímetro de mais ou menos um quarteirão, sendo o mesmo encurralado em um terreno baldio, onde este não conseguiu sair, momento este que Cláudio José Pinto Silva de 22 anos negava-se a se entregar à polícia.

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Cláudio José Pinto Silva possuí ficha criminal por homicídio, tendo como vítima o próprio irmão Lucas Chagas Pinto Silva morto a facadas no mesmo bairro que residia. Ele gritava a todo momento que não voltaria para prisão.

Encurralado pela Polícia o suspeito a todo momento tentava puxar algo da cintura, não se sabe se seria uma faca ou revólver. Com o objetivo mobiliza-lo a polícia se aproximou de Cláudio, foi quando tentou puxar a arma de um dos militares, exato momento em que a arma disparou. Para sanar a injusta agressão e proteger a integridade física da guarnição foi efetuado um disparo contra o suspeito que foi atingido e em seguida socorrido pelo Corpo de Bombeiros que realizou os primeiros socorros,mas Cláudio José Pinto Silva não resistiu aos ferimentos e morreu.

Cláudio José tinha um histórico de violência familiar chegando a passar cerca de seis meses preso por tentativa de femenicidio contra a atual companheira com quem conviveu por três anos. Segundo a mulher de Cláudio no ano passado o mesmo desferiu contra ela um golpe de faça na cravicula esquerda, na época a mulher procurou a delegacia com a faça cravada no corpo. A reportagem conversou com a viúva e a mesma que não quis gravar entrevista, mas disse que o marido sempre ficava violento quando bebia e lhe agredia e lhe ameaçava de morte.

Em liberdade ele a procurou e então teriam reatado, entretanto as agressões continuaram. A intervenção ocorreu por volta das 21hs de quarta-feira, 02 na Rua B-3, Tropical II.

(Neide Folha)

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